Operação Grimório investiga sítio em Minas Gerais usado como possível depósito de drogas para Sumaré

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A análise do material recolhido levou os investigadores até o sítio situado em Jacutinga, no sul de Minas Gerais. Foto PF

FICCO/CAS cumpre mandado de busca em Jacutinga após documentos apreendidos em operação realizada em julho apontarem possível estrutura logística ligada ao tráfico no interior de São Paulo.

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Campinas (FICCO/CAS) deflagrou nesta quarta-feira (7) a Operação Grimório para aprofundar as investigações sobre uma associação criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas no interior paulista. A ação mira um sítio em Jacutinga (MG), apontado pelos investigadores como possível ponto de armazenamento de entorpecentes destinados ao abastecimento de pontos de venda em Sumaré (SP).

A investigação teve origem em documentos apreendidos durante a Operação Archimagus, primeira fase do trabalho, realizada em julho deste ano. Na ocasião, policiais apreenderam drogas e armas de fogo em imóveis localizados em Sumaré e Paulínia. A análise do material recolhido levou os investigadores até o sítio situado em Jacutinga, no sul de Minas Gerais.

Segundo a FICCO/CAS, as informações reunidas até agora indicam que o imóvel poderia funcionar como uma estrutura logística para armazenamento de drogas antes do transporte para Sumaré. Nesta quarta-feira, os policiais cumprem mandado de busca e apreensão no local para verificar a existência de entorpecentes, armas, documentos, equipamentos ou outros elementos que possam ajudar a identificar os integrantes e a dimensão da organização investigada.

A operação tem apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo, por meio do núcleo de Campinas, e do Canil da Polícia Militar de Minas Gerais.

A FICCO/CAS reúne agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e das Polícias Civil e Militar do Estado de São Paulo. A investigação busca esclarecer também a possível conexão entre os integrantes identificados na primeira fase e a estrutura localizada em Minas Gerais.

Até o momento, as informações divulgadas pelas autoridades tratam o imóvel de Jacutinga como possível ponto de armazenamento. A confirmação da utilização do sítio para essa finalidade dependerá da análise do material eventualmente apreendido durante o cumprimento do mandado.

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