O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, reuniu-se com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e com o vice-governador do Mato Grosso do Sul Egon Krakhecke, para tratar da proposta de criação do curso superior de Agroecologia em terras indígenas do Mato Grosso do Sul. O objetivo do encontro é ampliar a articulação institucional para viabilizar a implementação do projeto.
O curso tem o objetivo de formar profissionais indígenas para a gestão sócio-ambiental nas aldeias da Bacia do Alto Paraguai de Mato Grosso do Sul. Previsto para iniciar em fevereiro de 2006 em Campo Grande (MS), serão aplicados R$ 3 milhões durante três anos. Os recursos virão das parcerias entre os Ministérios do Meio Ambiente, da Educação, do Desenvolvimento Agrário, Funai, Idaterra, governo do Mato Grosso do Sul e Núcleo de Estudos e Pesquisas em Populações Indígenas da Universidade Católica Dom Bosco.
O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, assumiu o compromisso de solicitar aos parlamentares, a inclusão de emendas que possam garantir a viabilidade do curso.
Mato Grosso do Sul possui a segunda maior população indígena do País, formada principalmente pelos povos Kaiowá, Guarani, Terena, Kadiwéu, Guató e Ofaié. Para o vice-governador do Mato Grosso do Sul, Egon Krakhecke, \”consolidar este curso é estratégico para a sustentabilidade dos sistemas de produção nas aldeias do estado\”.
Inicialmente, serão atendidas as tribos Terena e Kadiwéu, provenientes de terras indígenas da Bacia do Rio Paraguai. Para 2007, está prevista a participação dos povos guaranis.
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