Polícia Federal solicitou abertura de inquérito para apurar acusação contra o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL); caso aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República e tramita sob sigilo
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O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), anunciado como candidato a vice-presidente na chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para as eleições de 2026, é alvo de um pedido de investigação da Polícia Federal por uma denúncia de suposto estupro de vulnerável. O procedimento tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob sigilo, e aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
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Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa, a solicitação de abertura de inquérito foi apresentada pela Polícia Federal após representações encaminhadas pelos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS). As acusações envolvem um suposto crime ocorrido anos atrás e a alegação de que a relação teria resultado no nascimento de um filho.
Como Alfredo Gaspar exerce mandato de deputado federal, eventual investigação depende de autorização do Supremo Tribunal Federal em razão do foro por prerrogativa de função. O pedido foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes, que, em abril deste ano, solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República antes de decidir sobre a abertura do inquérito. Até o momento, a PGR não se pronunciou.
Investigação
De acordo com as informações divulgadas, o procedimento ainda está na fase preliminar e não houve instauração formal de inquérito policial nem oferecimento de denúncia pelo Ministério Público. Também não há decisão judicial sobre o mérito das acusações.
Em abril deste ano, Alfredo Gaspar realizou coleta de material biológico para exame de DNA por determinação judicial do Laboratório de Genética Forense, em Maceió (AL).
Posição de Alfredo Gaspar
O deputado nega as acusações e afirma ser o principal interessado na rápida apuração dos fatos.
Em nota divulgada anteriormente, o parlamentar declarou:
Segundo interlocutores do parlamentar, Alfredo Gaspar defende que a Polícia Federal realize a investigação o quanto antes para comprovar sua inocência.
Até o momento, não há denúncia criminal apresentada pela Procuradoria-Geral da República, nem decisão do Supremo Tribunal Federal autorizando a abertura de inquérito. O caso permanece sob sigilo judicial e aguarda manifestação da PGR.



