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quinta-feira, fevereiro 26, 2026
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A Árvore dos Desejos

Data:

A nossa mente é algo quase miraculoso. Ela origina sonhos, desejos, idéias e ideais. Eles, por sua vez, geram sensações, emoções, sentimentos e ações capazes de elevar ou destruir, a própria vida e a dos demais.
Dedicamos anos da nossa vida a aprender a usar o corpo: a mantê-lo sentado, a engatinhar, a ficar em pé, a andar, a escrever, a falar, e tantas coisas mais. Levamos muito tempo ainda entendendo como funciona nosso mundo familiar e social.
Mas quase nada dedicamos à compreensão e controle de nosso próprio mecanismo interno de perceber, analisar, valorizar, decidir e fazer. Em outras palavras, não aprendemos a dar importância à compreensão do nosso funcionamento mental.
Assim, caímos constantemente em armadilhas: brigamos por coisas insignificantes, confundimos as prioridades, dedicamos anos a fio a lutar por coisas que não eram realmente importantes, etc.
Há uma história que ilustra bem o perigo de se possuir uma ferramenta tão poderosa como nossa mente, mas sem saber usá-la.
Havia uma vez um homem que, cansado de muito andar por uma floresta, sentou-se para descansar à sombra de uma árvore. Entregue a seus devaneios, pensou como seria bom se pudesse saborear uma manga.
De repente, uma manga madura caiu ao seu lado. Ele levantou o olhar e percebeu: “Não apenas esta não é a época das mangas, como esta não é uma mangueira!”.
Entusiasmado pensou: “Deve ser uma árvore que concede os desejos! Vou testar de novo”.
Ele se concentrou num almoço completo. Instantaneamente, ele se materializou na sua frente!
O homem estava tão entusiasmado que apenas podia comer, sufocado pelos próprios desejos que vertiginosamente surgiam em sua mente. Imaginou uma casa, um grande rebanho, uma bela esposa, várias toneladas de ouro e tudo apareceu conforme o esperado.
Estava exultante quando um pensamento o assaltou: “E se aparecesse um tigre faminto e me devorasse antes de eu poder desfrutar disto tudo?”
E o tigre apareceu… Como mais cedo ou mais tarde aparece na vida de todos aqueles que, tendo mente, não aprendem como usá-la.

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A que sonho você está entregando sua vida?

O mês de dezembro chega a nossas vidas anunciando alegre, mas implacavelmente: “O ano de 2005 está chegando ao fim!”. Ao conscientizar esse fato, percebemos que parte de nossa vida ficou para trás, que o tempo usado nunca será recuperado. Olhando retrospectivamente, podemos ver que demos a vida para chegar ao lugar físico, emocional e afetivo em que estamos hoje.
Assim, nada mais natural que pararmos por alguns instantes para analisar as pegadas dos nossos passos: O que fizemos com o nosso corpo, com o nosso coração, com a nossa mente, com os nossos relacionamentos? De que forma utilizamos os nossos poderes e capacidades: o pensar, o agir, o sonhar, o sentir, o falar, o perdoar, o insistir? De que forma usamos os nossos recursos: a saúde, o dinheiro, a vitalidade, o tempo, o apreço confiança que recebemos?
Dizem que a trajetória do polo 14 em direção à lua era reavaliada e corrigida pelos técnicos da NASA a cada trinta segundos visando garantir que chegasse ao seu destino. Nós poderíamos seguir esse exemplo e ravaliar a rota de nossa vida ao menos uma vez por ano. O que você acha?
E o que ganhamos com isso? Ganhamos lucidez e compreensão para evitar os erros e repetir os acertos. Ganhamos consciência de como o mundo, as pessoas e nós mesmos funcionamos. Ganhamos a possibilidade de construir um projeto novo em que daremos prioridade àquelas coisas que são realmente significativas para nós, em que avançaremos com mais precisão e firmeza em direção aos nossos sonhos.
Se tivermos clareza de onde estamos, poderemos definir com precisão o rumo a tomar para atngir os nossos objetivos. Se reconhecermos os erros cometidos na nossa caminhada até aqui, poderemos desenvolver as habilidades que nos faltam ou nos associar àqueles que as possuem, acelerando o nosso passo. Se identificarmos os nossos acertos, compreenderemos as virtudes e as qualidades que foram determinantes nas nossas conquistas e aprenderemos a destilar o mel de nossas realizações com mais eficiência.
Podemos parar tudo para analisar a forma como vivemos este ano. Uma boa idéia é nos recolher por algumas horas e escrever sobre os nossos acertos e erros mais importantes. Podemos, também, refletir sobre isso enquanto nos preparamos para as festas natalinas. Mesmo no meio da correria é possível levantar a questão: “Como está indo a minha vida?”
A experiência de um entendimento libertador pode ocorrer a qualquer momento, em qualquer lugar. Mas as faíscas da compreensão – capazes de acender o fogo do entusiasmo que ilumina a senda do futuro – dificilmente surgirão sem o atrito insistente de nossa voz interior nos questionando, uma e outra vez: “Aonde você quer ir? Aonde você está indo?A que sonho você está entregando sua vida?”

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Vencendo o estresse com o Yoga

A palavra estresse indica uma situação de tensão e sobrecarga assim como os efeitos que esse estado provoca.
No decorrer de nossa vida todos iremos enfrentar um grande número de situações difíceis, que exigem de todo nosso empenho e energia para superá-las. Acontece, porém, que às vezes um número excessivo de tais situações ocorrem em um curto período de tempo
Isso faz com que não tenhamos tempo suficiente vida, para recuperar-nos física e emocionalmente e começamos a acumular um prejuízo que, se atingir um certo nível, irá expressar-se organicamente como doenças, emocionalmente como desequilíbrios diversos, mentalmente como desconcentração e ineficiência e espiritualmente como uma sensação de vazio e desesperança.
Observe que situações boas também podem produzir desgaste quando inesperadas ou muito intensas. É conhecido o fato de um torcedor poder vir a sofrer um ataque cardíaco em função do excesso de emoção quando seu time faz o gol da vitória.
Além de periódicas dificuldades externas, existem fatores internos capazes de gerar estresse. Esses fatores internos são constituídos por valores, crenças, anseios que pressionam desde dentro desgastando o indivíduo tanto quanto os eventos externos estressantes, ou às vezes muito mais.
Sintetizando podemos definir os fatores internos de estresse como pensamentos ou emoções que geram um modo extenuante de interpretar as situações e reagir a elas.
A pessoa estressada é alguém que tentou superar seus limites (econômicos, emocionais, físicos, profissionais, etc.) e na tentativa passou por cima de suas necessidades vitais, menosprezou a importância de cuidar de seu próprio corpo, emoção e mente, valorizou um aspecto de sua vida em detrimento da totalidade do seu ser, e, muito provavelmente super valorizou o ter e o fazer em detrimento do ser.

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A poderosa atuação do Yoga

O que pode esperar uma pessoa, com um estresse de mediana intensidade, de uma prática de Yoga, como a ensinada no Instituto Isvara, realizando duas aulas de uma hora e meia por semana por um período de três meses?
Uma pessoa assim pode esperar MUITO.
A primeira coisa que o Yoga faz é cortar a somatização do estresse. Os músculos contraídos são alongados, a energia que era consumida mantendo essas tensões inúteis fica disponível para o corpo utilizar na sua revitalização e harmonização. O desequilibro hormonal é superado através de diversas práticas e o sistema nervoso inundado de energia fruto de uma respiração profunda, rítmica e consciente. O sistema imunológico recobra rapidamente sua capacidade protetora e os problemas digestivos e disfunções do sistema nervoso autônomo desaparecem gradualmente.
No plano emocional, o efeito será igualmente favorável. A insônia cede lugar a um sono cada vez mais profundo. Os pesadelos são eliminados com a prática de algumas técnicas de meditação, que trazem também maior concentração e autocontrole emocional. A irritabilidade e impaciência transmutam-se em uma serenidade que gradualmente pode ser mantida até nas situações ais difíceis.
A prática do Yoga dá consciência corporal à pessoa, que aprende a sentir os sinais que seu corpo constantemente emite. Isso a capacita a parar a tempo, dando ao corpo a atenção e cuidados de que precisa, evitando o reinicio do processo de estresse. Soma-se a isso o intenso treinamento em relaxamento que faz até da pessoa mais tensa um expert em relax.
Ao realizar as práticas com suavidade, lentidão, carinho e cuidado, a pessoa reencontra o auto-respeito perdido. Ganhando satisfação com o SER, o impulso compulsivo de ter mais e de fazer mais perde força superando a neurótica valorização das posses e realizações – tão presente em nossa cultura – em detrimento da pessoa em si.

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