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quinta-feira, maio 7, 2026
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Cliente que esfaqueou cabeleireiro na Barra Funda já havia elogiado serviço nas redes sociais

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Imagens revelam mudança no visual de Laís Gabriela, que alegou “corte químico” para justificar ataque; defesa do profissional nega erro

A mudança de comportamento ocorreu dias depois, quando Laís passou a enviar ameaças via WhatsApp e exigir o reembolso do valor pago. Foto Divulgação Redes Sociais

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Uma cliente identificada como Laís Gabriela Barbosa da Cunha, que atacou com uma faca o cabeleireiro Eduardo Ferrari na última terça-feira (5), havia demonstrado satisfação inicial com o procedimento capilar realizado semanas antes. Fotos obtidas mostram o “antes e depois” do atendimento no salão localizado na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, onde a mulher passou de um tom escuro para mechas com texturização. Segundo depoimentos, ela chegou a publicar elogios ao trabalho do profissional logo após o serviço.

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A mudança de comportamento ocorreu dias depois, quando Laís passou a enviar ameaças via WhatsApp e exigir o reembolso do valor pago. Testemunhas relatam que ela afirmou ter vontade de “tacar fogo” no cabeleireiro.

Na tarde do crime, câmeras de segurança flagraram o momento em que a agressora conversa com Ferrari enquanto ele atendia outra pessoa; subitamente, ela saca uma faca da bolsa e o golpeia pelas costas. O profissional sofreu um ferimento superficial e foi contido por funcionários até a chegada da polícia.

Em vídeos gravados durante a confusão, a agressora justificou o ataque alegando ter sofrido um “corte químico” e comparou sua franja ao personagem Cebolinha, da Turma da Mônica. A advogada de Eduardo Ferrari, Quecia Montino, rebate a acusação, afirmando que sequer houve corte de cabelo no dia do procedimento, pois a cliente não possuía recursos para pagar pelo serviço adicional.

A defesa sugere que a própria cliente pode ter alterado o cabelo em casa ou em outro estabelecimento antes de atribuir a culpa a Ferrari.

O caso foi registrado no 91º DP (Ceasa) como lesão corporal, ameaça e autolesão, após a mulher confessar o crime. A ocorrência foi encaminhada ao Juizado Especial Criminal (Jecrim), onde a investigada foi liberada e deve responder ao processo em liberdade.

O Ministério Público e a Justiça analisarão o caso para definir possíveis medidas alternativas ou punições.

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