Em entrevista, o pré-candidato ao governo paulista condenou a privatização da Sabesp e acusou o atual governador de improbidade fiscal

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O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que o estado enfrenta uma “deterioração institucional e administrativa” sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (22), o petista defendeu a necessidade de maior transparência e ampliação de debates públicos com foco na sucessão estadual de 2026.
Um dos principais alvos das críticas foi a privatização da Sabesp, classificada por Haddad como “uma vergonha”. O ex-ministro contestou o modelo do edital, argumentando que o processo favoreceu o grupo Equatorial e entregou um serviço essencial a um fundo especulativo. “A conta de água, ele falou que ia baixar, aumentou; o serviço, ele falou que ia melhorar, piorou”, disparou o pré-candidato, que também acusou o Palácio dos Bandeirantes de pressionar prefeitos a venderem suas companhias locais de saneamento.
No campo fiscal, Haddad acusou Tarcísio de improbidade administrativa ao adiar a adesão de São Paulo ao Propag, programa federal de renegociação de dívidas estaduais. De acordo com o ex-ministro, a demora provocou um prejuízo de quase R$ 10 bilhões aos cofres paulistas. Ele ressaltou que o programa, desenhado em sua gestão na Fazenda, beneficiou estados governados pela oposição e provou que o presidente Lula (PT) não discrimina adversários políticos.
O petista também criticou os indicadores de segurança e educação, apontando que as matrículas em tempo integral no ensino médio estão estagnadas em 24% desde a gestão de João Doria. Ao comentar o caso do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Haddad defendeu o avanço das investigações de colarinho branco, associando os crimes financeiros à estrutura do crime organizado. O pré-candidato encerrou defendendo o legado econômico do governo federal e respondeu a críticas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a reforma tributária, chamando-o de “despreparado”.
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que o estado enfrenta uma “deterioração institucional e administrativa” sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, da Jovem Pan, nesta segunda-feira (22), o petista defendeu a necessidade de maior transparência e ampliação de debates públicos com foco na sucessão estadual de 2026.
Um dos principais alvos das críticas foi a privatização da Sabesp, classificada por Haddad como “uma vergonha”. O ex-ministro contestou o modelo do edital, argumentando que o processo favoreceu o grupo Equatorial e entregou um serviço essencial a um fundo especulativo. “A conta de água, ele falou que ia baixar, aumentou; o serviço, ele falou que ia melhorar, piorou”, disparou o pré-candidato, que também acusou o Palácio dos Bandeirantes de pressionar prefeitos a venderem suas companhias locais de saneamento.
No campo fiscal, Haddad acusou Tarcísio de improbidade administrativa ao adiar a adesão de São Paulo ao Propag, programa federal de renegociação de dívidas estaduais. De acordo com o ex-ministro, a demora provocou um prejuízo de quase R$ 10 bilhões aos cofres paulistas. Ele ressaltou que o programa, desenhado em sua gestão na Fazenda, beneficiou estados governados pela oposição e provou que o presidente Lula (PT) não discrimina adversários políticos.
O petista também criticou os indicadores de segurança e educação, apontando que as matrículas em tempo integral no ensino médio estão estagnadas em 24% desde a gestão de João Doria. Ao comentar o caso do Banco Master e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Haddad defendeu o avanço das investigações de colarinho branco, associando os crimes financeiros à estrutura do crime organizado. O pré-candidato encerrou defendendo o legado econômico do governo federal e respondeu a críticas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a reforma tributária, chamando-o de “despreparado”.




