Justiça autoriza quebra de sigilo telefônico de envolvidos na morte de Glauco

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A polícia terá acesso aos dados de Cadu, Felipe Iasi, Glauco e Raoni

 

A Justiça de São Paulo autorizou, nesta sexta-feira, a quebra de sigilo telefônico de Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, o Cadu, acusado de ter assassinado o cartunista Glauco e seu filho Raoni, há uma semana.

De acordo com a Justiça, será quebrado o sigilo do amigo de Carlos Eduardo, Felipe Iasi, que esteve na casa de Glauco na noite do crime. A polícia também terá acesso aos dados telefônicos de Glauco e seu filho.

Glauco e Raoni foram mortos com quatro tiros cada um, na sexta-feira passada. Glauco estava em casa, onde funciona a Igreja Céu de Maria, da doutrina do Santo Daime.

Segundo depoimentos, Cadu estava acompanhado de Felipe Iasi durante o crime. O jovem afirmou que levou Sundfeld Nunes para casa de Glauco sob ameaças. Durante a fuga, Sundfeld Nunes fez três ligações.

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