Polícia Federal prende ex-advogado de Cerveró em aeroporto do Rio

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DF - CÂMARA/CERVERÓ - POLÍTICA - O ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, onde presta esclarecimentos sobre a operação de compra da refinaria de Pasadena (EUA), no Congresso Nacional, em Brasília, nesta quarta-feira (16). 16/04/2014 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
DF - CÂMARA/CERVERÓ - POLÍTICA -  O ex-diretor internacional da     Petrobras Nestor Cerveró na Comissão de     Fiscalização Financeira e Controle da     Câmara dos Deputados, onde presta     esclarecimentos sobre a operação de     compra da refinaria de Pasadena (EUA),     no Congresso Nacional, em Brasília,     nesta quarta-feira (16).     16/04/2014 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
DF – CÂMARA/CERVERÓ – POLÍTICA – O ex-diretor internacional da Petrobras Nestor Cerveró na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, onde presta esclarecimentos sobre a operação de compra da refinaria de Pasadena (EUA), no Congresso Nacional, em Brasília, nesta quarta-feira (16). 16/04/2014 – Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO

A Polícia Federal prendeu no início da manhã de hoje (27), no aeroporto do Galeão, no Rio, o advogado Edson Ribeiro, ao desembarcar de um avião da TAM vindo de Miami. A aeronave decolou às 22h dos Estados Unidos. Ele era defensor do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e teve a prisão determinada na quarta-feira (25) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro do STF Teori Zavascki já havia autorizado a inclusão do nome do advogado na lista da Interpol, a polícia internacional.

Ele é investigado na operação que prendeu também o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), o banqueiro André Esteves, dono do Banco BTG Factual, e o chefe de gabinete do senador, Diogo Ferreira.

De acordo com pedido de prisão da Procuradoria-Geral da República (PGR), encaminhado ao STF, Edson Ribeiro participou das negociações em que o senador Delcídio do Amaral tentou impedir que Cerveró firmasse um acordo de colaboração com o Ministério Público Federal, no âmbito da Operação Lava Jato. Em um dos encontros – gravado pelo filho de Nestor Cerveró, Bernardo Cerveró, em um hotel em Brasília – o senador prometeu pagar R$ 50 mil mensais à família do ex-diretor para não ocorrer a delação premiada.

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