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MPF investiga economista de Bolsonaro por fraude em fundo de pensão

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O ‘posto Ipiranga’ do candidato do PSL teria recebido “benefícios econômicos” a partir da prática dos crimes de gestão temerária ou fraudulenta de investimentos derivados do fundo.

Ministério Público Federal (MPF) abriu mais uma investigação contra o economista Paulo Guedes, o ‘guru’ econômico de Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (26), para apurar fraudes, de até  R$ 152,9 milhões, em fundos de pensão de servidores da PetrobrasCaixa Econômica e Banco do Brasil, geridos por ele . Segundo o jornal O Globo, o ‘posto Ipiranga’ do candidato do PSL teria recebido “benefícios econômicos” a partir da prática dos crimes de gestão temerária ou fraudulenta de investimentos derivados do fundo.

Os procuradores do MPF querem saber se Guedes aplicou o dinheiro capitado por fundos de pensão de maneira irregular, causando prejuízos milionários aos aposentados de estatais. As fraudes teriam ocorrido em cinco fundos de empresas estatais, que foram prejudicadas após aplicarem dinheiro nos negócios geridos pelo economista de Bolsonaro.

Entre os fundos fraudados estaria o Funcef dos servidores da Caixa Econômica Federal, a Petros dos servidores da Petrobrás e a Previ de funcionários do Banco do Brasil. Segundo a denúncia, Guedes, que geriu os investimento, teria cobrado comissões “abusivas”.

Para os procuradores, não há “qualquer sentido” na base de cálculo usada para definir a comissão, que renderam à empresa o faturamento de R$ 152,9 milhões entre 2009 e 2014.

Fraude de R$ 1 bilhão

Essa é a segunda investigação que o economista de Bolsonaro é alvo. No início de outubro, o MPF abriu uma investigação para apurar fraudes no BR Educacional, o Fundo de Investimento em Participações (FIP) gerido por uma empresa de Guedes. Ele é suspeito de ter se associado a executivos para praticar fraudes em negócios de estatais e teria captado R 1 bilhão dos fundos, em seis anos.

O guru de Bolsonaro teria emitido e negociado títulos sem lastros ou garantias ao negociar, obter e investir recursos de sete fundos. Todas as transações ocorreram também em 2009 e atingiram, além da Funcef, Petros e Previ, a Postalis dos Correios e o BNDESPar, que é um braços de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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