Campinas tem mais cinco casos de monkeypox confirmados

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Scientist removes cell growth medium from a 6–well plate in preparation for a plaque assay, which is a test that allows scientists to count how many flu virus particles (virions) are in a mixture. Original image sourced from US Government department: Public Health Image Library, Centers for Disease Control and Prevention. Under US law this image is copyright free, please credit the government department whenever you can”.

Cidade totaliza 56 confirmações, sendo 52 homens e quatro mulheres, com idade entre 22 e 57 anos

 

 

A Secretaria de Saúde informa que Campinas tem mais cinco casos de monkeypox. Com isso, a cidade passa a contar com 56 confirmações da doença, sendo 25 importadas e 31 autóctones. A atualização dos dados está sendo divulgada pela Pasta às segundas e quintas-feiras.

Os pacientes, 52 homens e quatro mulheres, têm entre 22 e 57 anos. Vinte e seis deles saíram do isolamento. Os demais contam com acompanhamento ambulatorial, sem gravidade e com boa evolução.

O atendimento para os pacientes com suspeita da doença está disponível nos centros de saúde, prontos-socorros, pronto atendimentos e no Centro de Referência em IST, HIV/Aids e Hepatites Virais.

Sintomas

O principal sintoma é o aparecimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem surgir no rosto, dentro da boca ou em outras partes do corpo, como mãos, pés, peito, genitais ou ânus;

  • – Caroço no pescoço, axila e virilhas;
  • – Febre;
  • – Dor de cabeça;
  • – Calafrios;
  • – Cansaço;
  • – Dores musculares.

Pessoas infectadas devem permanecer isoladas até que as “casquinhas” das lesões caiam, o que demora cerca de 21 dias.

Os contatos próximos devem monitorar o aparecimento de sintomas e evitar o contato físico com outras pessoas.

Cuidadores e familiares não devem tocar em lesões e ter cuidado ao manipular roupas, lençóis e toalhas que foram usados pela pessoa infectada.

Prevenção

– Evitar contato direto com lesões características.
– Lavar com frequência das mãos ou uso de álcool em gel.
– Limpar com frequência as superfícies de alto contato.
– Usar máscara em locais com aglomerações de pessoas.
– Evitar situações de contato físico pele a pele em ambientes com aglomeração.
– Usar fontes confiáveis para ter informações sobre a doença.

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