Campinas fechou o primeiro trimestre de deste ano com a criação de 6.964 empregos formais (com carteira assinada), volume 41,3% superior a idêntico período de 2010, quando havia sido abertos 4.928 postos de trabalho. O desempenho do município no período indica a continuidade da performance do município em relação à expansão do mercado de trabalho neste ano.
A cidade, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, dia 19 de abril, pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, gerou no mês de março passado, 1.201 vagas formais de trabalho.
O setor de destaque nesta performance foi, mais uma vez, o de Serviços, responsável pela criação de 1.297 vagas. Na sequência vieram o Comércio, com a criação de 208 postos, e a Indústria, com 71 novas vagas formais criadas. O município, ainda segundo os dados do Caged, ficou na quinta colocação no Estado na geração de postos de trabalho. Ainda assim o mês de março de 2011, é o quarto maior na criação de empregos em sete anos, segundo análise do Observatório do Trabalho, vinculado em Campinas à Secretaria Municipal de Trabalho e Renda.
RMC
Na Região Metropolitana de Campinas foram gerados, em março de 2011, segundo dados do Caged, 2.821, postos que ficaram (66,7%) abaixo dos 7.173 criados em fevereiro passado e 59,3% abaixo dos 6.934 de 2010.
Os destaques foram: Serviços que superou em 9,5,% os 8.052 postos do primeiro trimestre de 2010; a Construção Civil, com redução de 0,1% sobre as 1.956 vagas do primeiro trimestre passado; a Indústria, que ficou negativa em 55,6% sobre os 6.874 postos de 2010, juntamente com o Comércio, que positivou 405 postos de trabalho, contra os 146 de 2010.
A RMC fechou os três primeiros meses deste ano, com 15.898 postos, cerca de 14,5% abaixo do primeiro trimestre de 2010. Ma região o mês de março é o terceiro melhor dos últimos 7 anos, bem como o acumulado do trimestre, também é o 3º melhor no mesmo período.
De modo semelhante ao de Campinas, observa-se, para a região, que a geração de empregos formais, apesar da desaceleração no mês passado, ainda mantém tendência de crescimento para os próximos meses. Esta perspectiva é subsidiada por investimentos como os que serão dirigidos ao Trem de Alta Velocidade (TAV), pré-sal, obras de infraestrutura, imobiliário, e de logística, além dos novos investimentos de empresas da China e da Coréia em segmentos como telecomunicações e eletrônica.
Brasil
No Brasil, a geração emprego formal em março passado somou 92.675 postos de trabalho. O volume representa crescimento de 0,25%, no estoque da mão de obra em comparação a fevereiro de 2011. O país fecha com uma taxa negativa de 14,5% sobre o primeiro trimestre de 2010, quando foram criados 657.259 postos de trabalho.





