Após atraso, crematório municipal começa a funcionar

Data:

Crematório Municipal de Campinas
Crematório Municipal de Campinas

Um ano e três meses após o prazo previsto para o início das operações, o Crematório Municipal de Campinas começou a funcionar. De acordo com a Setec, autarquia responsável pelo serviço funerário na cidade, até esta segunda-feira (9) três corpos já foram cremados no local, que fica ao lado do Cemitério Nossa Senhora da Conceição, na Estrada dos Amarais.

De acordo com o diretor técnico operacional da Setec, Alexandre Polo do Valle, as cremações começaram após uma visita técnica do prefeito Jonas Donizette (PSB) na semana passada. “Depois de apresentados os documentos, as licenças, o prefeito visitou o crematório e começaram as cremações, mas ainda vai ter na semana que vem uma visita técnica oficial para divulgação do local”, explica.

Segundo Valle, o crematório é o primeiro no interior do estado. Até então, o mais próximo ficava em São Paulo, na Vila Alpina, a 100 km do município. O espaço possui um forno e quatro câmaras frias, com capacidade para até 12 corpos.

Funcionamento
Segundo Pollo, o serviço já está disponível e tem custo de R$ 1.311,89. Além da cremação, o local disponibiliza urnas que variam de R$ 1.350 a R$ 3.135. O procedimento tem duração de 1h30, no entanto, antes disso é necessário que o corpo fique 48h dentro da câmara fria. “O velório é normal, onde a pessoa escolhe o local, depois se for vontade da família, ela procura o crematório para dar entrada no procedimento”, conta.

O crematório, segundo a Setec, deve desafogar os cemitérios de Campinas que estão superlotados. “Aqui já tá saturado, a ocupação é grande. A visão das pessoas agora deve começar a mudar”, explica.

Atraso
A obra do crematório teve custo de R$ 2 milhões e o local levou mais de um ano para começar a funcionar. O início dos trabalhos tinha sido planejado para o fim de 2013, depois foi adiado para julho de 2014 e depois, a Prefeitura deu um prazo de mais cinco meses.

Segundo a Setec, o problema foi causado porque a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) demorou para fazer o teste do forno, já que o prédio terminou de ser construído em agosto de 2013.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Compartilhe esse Artigo:

spot_img

Últimas Notícias

Artigos Relacionados
Relacionados

Cantor sertanejo morre após bater carro contra poste em Campinas

Jonas Rocha, de 38 anos, perdeu o controle do...

Rio Piracicaba ultrapassa 4,2 metros e entra em nível de emergência

Elevação do nível do rio aumenta risco de transbordamento...

Caminhão-tanque com 60 mil litros de etanol pega fogo na Anhanguera em Sumaré

Incêndio ocorreu no km 107, no sentido capital, provocou...

Ônibus da linha 355 pega fogo durante operação em Campinas

Motorista percebeu fumaça na parte inferior do veículo, retirou...
Macaca é derrotada por 2 a 0 no Moisés Lucarelli, permanece na lanterna com 10 pontos e terá o Sport pela frente na quinta-feira <Siga o canal do Jornal Local...