Não Existe Mulher Difícil

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Estreia dia 1º de outubro no Teatro Amil Não Existe Mulher Difícil, espetáculo humorístico solo estrelado por Marcelo Serrado, ator que vive o Crô, de Fina Estampa. A peça é uma adaptação do livro homônimo de André Aguiar Marques e demonstra como os homens devem se reciclar para se tornarem mais interessantes para as mulheres. O texto foi adaptado por Lucio Mauro Filho e a direção é assinada por Otávio Müller.

O espetáculo conta a história de um pianista, que, após ser traído em um relacionamento, não consegue realizar seu show. Para entreter o público, ele começa a contar a história de seus amores. Com uma linguagem simples e divertida, a peça traz o perfil cômico e realista das relações amorosas da vida moderna, envolvendo expectativas, estratégias e tudo o que envolve os relacionamentos. Para os homens, o espetáculo é um manual de instruções para torná-los mais interessantes. Para as mulheres, é como um arquivo de informações secretas – que só saberiam se fossem homens, em uma conversa de bar.

Sobre o espetáculo

A ideia de realizar o espetáculo foi de Otávio Müller, que assina a direção. “Se existe mulher difícil? Existe, mas a gente não pode perder a esperança”, diz o diretor. Ele explica que o processo de criação começou com os convites à equipe. “Convidei o Marcelo e ele pensou em fazer um monólogo, achei que poderia render. Lucio Mauro Filho fez a adaptação, e deixou a peça com uma pitada de stand up”, conta. Entre os trabalhos mais recentes do diretor Otávio Müller estão as novelas e seriados da Rede Globo Tempos Modernos, Aline (2009), Paraíso Tropical (2007), JK (2006), Celebridade (2003).

Marcelo Serrado explica que o livro foi apenas o ponto de partida para a peça. “Tem muita coisa nossa no espetáculo, por isso que o público vai se identificar. Trouxemos histórias pessoais que o Lucio gostou e incluiu no texto,” afirma o ator. Serrado diz que gosta de seu personagem. “Ele é um cara muito legal. Estou muito feliz de fazer um monólogo, vou lá e me dedico, tento ser o mais crível possível”, fala confiante.

Lucio Mauro Filho – o Tuco de A Grande Família – foi quem adaptou o texto e que fala com humor do projeto. “Não existe mulher difícil. Existe diretor difícil, ator difícil, produção difícil e um adaptador quase impossível!”, fala em meio a risadas. “Decidimos passar para frente o legado de André Aguiar Marques sobre o mundo masculino da cafajestagem. Lendo o livro e vendo a peça, o público vai perceber que, na verdade, o cafajeste é um homem de bem”, brinca. Lucio Mauro Filho esteve em Campinas em junho de 2011, com o seu espetáculo solo Clichê.

FICHA TÉCNICA

Texto: André Aguiar Marques

Adaptação: Lucio Mauro Filho

Elenco: Marcelo Serrado

Direção: Otávio Müller

Direção de Arte: Maria Borba

Direção musical: Marcio Tinoco

Trilha Sonora: Dany Rolland

Iluminação: Paulo Denizot

Produção: New Marketing Comunicação

SERVIÇO

Local: Teatro Amil

Estreia: 1º de outubro, 22h

Temporada: até 30 de outubro

Horários: Sexta, 21h, Sábado, 20h e 22h e domingo, 19h

Ingressos*: R$ 40 (setor 2) e R$ 50 (setor 1)

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 85 minutos

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