
Segundo fonte do Palácio da Alvorada, presidente pretende priorizar entrevistas individuais durante a campanha à reeleição. Formato prevê conversas realizadas no gabinete presidencial, em Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá conceder entrevistas a todas as emissoras de televisão interessadas em ouvi-lo durante a campanha eleitoral de 2026, mas não pretende participar dos debates do primeiro turno. A informação foi divulgada por uma fonte do Palácio da Alvorada, que afirmou que a estratégia da campanha prioriza entrevistas individuais para apresentação das ações do governo e das propostas para um eventual novo mandato.
De acordo com a fonte, não haverá restrições quanto às emissoras que desejarem entrevistar o presidente. A única condição estabelecida é que as entrevistas sejam realizadas no gabinete presidencial, em Brasília, sem necessidade de deslocamento de Lula aos estúdios de televisão.
A justificativa apresentada é que o presidente deve manter sua agenda institucional e evitar interrupções prolongadas nas atividades de governo. Segundo interlocutores do Palácio da Alvorada, o formato também preserva a liturgia do cargo e garante igualdade de acesso aos diferentes veículos de comunicação.
Ainda conforme a fonte, as emissoras Record e SBT já teriam concordado com esse modelo de entrevista. A TV Globo, até o momento, ainda não teria confirmado se aceitará as condições propostas.
A estratégia para o primeiro turno prevê a intensificação de agendas oficiais e atos de campanha pelo país, além da realização de entrevistas com maior tempo para exposição das propostas. Caso a eleição seja definida em segundo turno, a expectativa é de que Lula participe dos debates entre os dois candidatos finalistas.
Até o momento, não houve manifestação pública das emissoras citadas sobre o formato proposto nem anúncio oficial da campanha do presidente detalhando o cronograma de entrevistas e participação em eventos durante o período eleitoral.


