
O Governo de São Paulo reativou o hospital de campanha na estrutura interna do prédio do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) localizado em Campinas, que começa a receber casos graves de COVID-19 a partir desta quinta-feira (25). A medida foi definida para enfrentamento da segunda onda da pandemia e o aumento de internações verificado em todo o Estado.
No total, o serviço terá 30 leitos, somando cinco de enfermaria, que entraram em funcionamento hoje, e 25 leitos de UTI adulto com ativação gradativa no decorrer deste mês.
No local, poderão ser atendidos caos graves do novo coronavírus encaminhados por meio da Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS).
Mais de 280 profissionais foram contratados para atuar no serviço, entre médicos e profissionais de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia, setores administrativos e de apoio.
“A retomada deste hospital de campanha é parte do nosso esforço para combater o recrudescimento da pandemia, garantindo estrutura completa para pacientes graves”, afirma o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.
A taxa geral de ocupação na região de Campinas hoje é 92,7 % em UTI, o que evidencia que a rede de saúde está impactada com o aumento de casos e internações em todo o Estado. Assim, mesmo com as expansões de leitos, é importante que a população respeite o Plano São Paulo, use máscaras, faça distanciamento social e fique em casa.
O AME de Campinas também operou como hospital de campanha na primeira onda. Funcionou entre 16 de abril e 10 de setembro de 2020, período no qual recebeu 297 casos de coronavírus e deu 216 altas.




