Campinas emite alerta para dengue e aponta 27 bairros com alto risco de transmissão

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Entre as recomendações estão evitar o acúmulo de água em recipientes, manter caixas d’água vedadas, trocar regularmente a água de plantas e manter vasos sanitários fechados. Foto Carlos Bassam/PMC

Secretaria de Saúde intensifica ações contra o Aedes aegypti após avanço de casos em diferentes regiões da cidade

Entre as recomendações estão evitar o acúmulo de água em recipientes, manter caixas d’água vedadas, trocar regularmente a água de plantas e manter vasos sanitários fechados. Foto Carlos Bassam/PMC

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A Secretaria de Saúde de Campinas divulgou nesta quinta-feira (23) o 17º Alerta Arboviroses de 2026, identificando 27 bairros com alto risco de transmissão de dengue em Campinas. Diante do cenário, a prefeitura determinou o reforço nas ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor também da zika e chikungunya.

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Segundo o levantamento, os bairros em situação de alerta estão distribuídos por diversas regiões do município. Na região Leste, aparecem áreas como Jardim Novo Flamboyant, Nova Campinas e Vila Brandina. Já na Noroeste, o alerta inclui Jardim Campos Elíseos e Jardim Ipiranga. A região Norte concentra o maior número de registros, com destaque para Jardim Aurélia e Parque Shalon. Também há ocorrências nas regiões Sudoeste, Sul e Sudeste.

CRITÉRIOS E MONITORAMENTO

O relatório considera indicadores como incidência de casos, surgimento de novas transmissões, densidade populacional e dificuldades de acesso a imóveis, além do acompanhamento das ações realizadas por agentes de saúde. A metodologia busca identificar áreas com maior vulnerabilidade à proliferação do mosquito.

FOCO NAS RESIDÊNCIAS

De acordo com a prefeitura, cerca de 80% dos criadouros do Aedes aegypti estão dentro das casas, o que reforça a necessidade de participação da população no combate à doença. A orientação é permitir a entrada dos agentes durante visitas de inspeção e eliminar possíveis focos de água parada.

Entre as recomendações estão evitar o acúmulo de água em recipientes, manter caixas d’água vedadas, trocar regularmente a água de plantas e manter vasos sanitários fechados.

MOBILIZAÇÃO

A intensificação das ações ocorre em um contexto de aumento de casos de arboviroses no estado, pressionando os serviços de saúde e exigindo respostas rápidas do poder público. A estratégia municipal combina fiscalização, orientação à população e monitoramento contínuo das áreas de risco.

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