Dengue soma 1085 casos em Sousas e 67 em J.Egídio

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Depois de uma morte por dengue em abril, a de um médico de 95 anos, morador do Jardim Botânico, a incidência da doença em Sousas registrou 1.085 casos, de janeiro até maio. Em Joaquim Egídio, no mesmo período, 67 casos de dengue foram verificados.

Os dados são das unidades de Saúde localizadas nos dois distritos, onde os principais criadouros do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da doença são, segundo agentes de saúde que atuam no combate ao foco, são os pratinhos de vasos de plantas e as caixas d’água.
Campinas experimenta neste ano a pior epidemia da doença já registrada em sua história. As 45.192 confirmações, também de janeiro a maio, colocam a cidade como a que mais casos da doença registrou em todo o Brasil. Mais uma vez a cidade teve de pedir auxílio ao Exército para combater a dengue.
Em Joaquim Egídio quatro agentes fazem o monitoramento e visitas às residências, do bairro Paredão às fazendas. Nunca houve nebulização no distrito. Em Campinas existem 31 carros que fazem a nebulização com agentes de controle ambiental.
Já em Sousas, 11 agentes atendem a área urbana e rural, promovendo de 25 a 40 visitas por dia. No distrito os maiores focos da dengue, segundo os agentes, são as calhas e as caixas d’água de amianto as quais, após algum tempo, a tampa cede e cria um vácuo, por onde proliferam os mosquitos da dengue. O ladrão das caixas d’água também são vilões, já que o respiro também precisa ser selado.
Autoridades da Saúde confiam que, com a chegada do Inverno, a ocorrência da doença diminua ou que, pelo menos, se estabilize. E, ainda, que a conclusão, pelo Instituto Butantan, de uma vacina contra a dengue e sua liberação até o final do ano, contribuam expressivamente para o combate às frequentes epidemias de dengue.
A vacina já foi testada em mais de 12 mil pessoas e deverá ser disponibilizada no mercado em 2016, segundo estima Tarcísio Rebelo, Clínico Geral do Centro de Saúde de Sousas.
Enquanto isso, porém, autoridades e população devem estar atentas no sentido de evitar a ocorrência de nova epidemia. Cabe à população cuidar de evitar a existência de criadouros do Aedes Aegypti em suas casas e, além disso, denunciar terrenos sujos e lixo jogados para combater de

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