Jovem é preso por agredir companheira e mantê-la em cárcere privado em Piracicaba

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O suspeito foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, onde permaneceu preso à disposição da Justiça Foto Policia Civil

Vítima de 23 anos foi resgatada pela Polícia Civil com diversas lesões pelo corpo e suspeita de descolamento de retina após pedido de socorro enviado por uma conhecida

O suspeito foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, onde permaneceu preso à disposição da Justiça Foto Policia Civil

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Um jovem de 19 anos foi preso em flagrante na terça-feira (16), em Piracicaba, suspeito de manter a companheira, de 23 anos, em cárcere privado e submetê-la a agressões físicas. A vítima foi encontrada com múltiplos ferimentos pelo corpo e suspeita de descolamento de retina.

A ocorrência teve início após uma conhecida da mulher encaminhar um pedido de socorro a um policial civil por meio das redes sociais. Diante das informações recebidas, equipes da Polícia Civil se deslocaram até a residência do casal, localizada no bairro São José.

Ao ingressarem no imóvel, os agentes localizaram o suspeito deitado ao lado da vítima em um dos quartos da casa. Segundo a corporação, ao perceber a presença policial, o homem reagiu à abordagem e tentou investir contra os agentes utilizando uma chave de fenda.

Os policiais realizaram técnicas de contenção e conseguiram imobilizar e algemar o suspeito, que foi detido ainda no local.

A vítima apresentava lesões aparentes no rosto, braços, pescoço, costas e ombros. De acordo com a Polícia Civil, havia ainda suspeita de descolamento de retina em decorrência das agressões sofridas. Ela foi socorrida para atendimento médico, mas seu estado de saúde não foi divulgado.

O suspeito foi conduzido ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, onde permaneceu preso à disposição da Justiça. Durante a ocorrência, os policiais apreenderam uma chave de fenda utilizada na tentativa de agressão aos agentes e um aparelho celular.

O caso foi registrado como violência doméstica, lesão corporal, cárcere privado e resistência à prisão. As circunstâncias dos fatos seguem sob investigação da Polícia Civil.

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