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quinta-feira, maio 7, 2026
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Moraes propõe fim do “escudo de impunidade” de deputados e mantém prisão de parlamentar do Rio

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Ministro do STF ataca desvirtuamento de prerrogativas constitucionais que permitem a Assembleias Legislativas blindar investigados por crimes comuns e corrupção.

Poucos dias depois da prisão, a Alerj aprovou, por 42 votos, a soltura de Bacellar. O ex-presidente da Casa voltou a ser preso em março deste ano. Foto Marcelo Camargo/Agencia Brasil

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O ministro Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta quarta-feira (6) uma revisão urgente na jurisprudência que permite às Assembleias Legislativas revogar prisões deputados estaduais, especialmente quando os crimes não possuem conexão com exercício mandato.

A manifestação ocorreu despacho manteve a prisão preventiva deputado Thiago Resende [AVANTE-RJ], detido pela Polícia quarta fase da Operação Unha e Carne. Moraes argumenta norma, desenhada para proteger independência Legislativo, tem sido sequestrada garantir perpetuação organizações criminosas infiltradas Estado, subvertendo princípio todos são iguais perante lei. análise expõe engrenagem autoproteção das elites políticas, particularmente Rio Janeiro.

Segundo levantamento citado por 13 estaduais comuns em todo país, 12 foram derrubadas pelas Casas — sendo oito desses casos ocorridos Assembleia Legislativa Janeiro (Alerj). destacou sistema atual foi desvirtuado assegurar “total impunidade”, funcionando como um salvo-conduto práticas ilícitas drenam recursos públicos enquanto população sofre precarização dos serviços básicos. Um exemplos mais gritantes citados contexto promiscuidade entre poder político crime é ex-presidente Alerj, Rodrigo Bacellar [PL-RJ].

Em dezembro 2025, preso sob suspeita vazar operações PF colega TH Joias [MDB-RJ], mas prontamente solto votação 42 retornando ao cárcere apenas março deste ano. Para essa “blindagem institucional” fere lógica democrática, vez prerrogativa parlamentar deveria servir escudo corrupção ou organização criminosa praticados fora funções legislativas.

OPERAÇÃO UNHA E CARNE BALCÃO DE NEGÓCIOS NO RIO

Decisão se insere Carne, investiga esquema fraudes contratos Secretaria Estadual Educação investigação revela estrutura Estado loteada atender interesses empresariais políticos, transformando verbas deveriam futuro jovens moeda troca enriquecimento grupos instalados Alerj.

Operação foca apontado peça-chave articulações envolvem desde desvio educacionais até vazamento informações sigilosas aliados. postura sinaliza embate direto contra modelo “parlamentarismo coalizão criminosa”, propondo STF feche brecha constitucional hoje criminosos mandato sejam julgados soltos seus próprios cúmplices plenário.

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