Traição, infidelidade, adultério e mentira são temas que geram polêmica e movimentam as rodas de conversa, dividindo opiniões. Afinal, o que deve ser feito quando se perde a aliança, qual a melhor desculpa para quando se chega tarde em casa ou como contornar a situação ao ser pego com outra pessoa na cama? Essas e tantas outras são perguntas que mais de 120 mil pessoas já fizeram ao assistir o espetáculo “Por que os homens mentem?”, em cartaz desde o início de janeiro no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo. A peça segue até o dia 27 de março, apresentando dez situações do dia a dia onde a traição é motivo de muita discussão.
Sempre interagindo com o público, cinco atores – Juliano Mazurchi, Christian Hilário, Alessandre Pi, Charles Ferreira e Ricardo Vandré – se revezam no palco dando vida a 30 personagens masculinos e femininos, que geram identificação imediata com o público. As cenas revelam diversos perfis de traidores e mentirosos: a mulher manipuladora, o homem inseguro que se justifica o tempo todo, a ciumenta e controladora, o que aceita a traição etc. “Em um momento, por exemplo, mostramos um caso em que a mulher não se convence com a história verdadeira – que parece realmente absurda – e só acredita quando o marido mente. A partir daí, o espetáculo mostra que alguns casos de traição podem ter desfeches variados”, conta Juliano Mazurchi, também produtor da peça. “A maioria dos espectadores conhece essas traições, rejeições e histórias mal contadas. Quem nunca passou por um caso desses, pelo menos já ouviu falar”, diz.
Em geral, a peça mostra o quanto mentir é humano. Muitas vezes, enganar alguém é questão de sobrevivência. “Imagina se você falasse a verdade o tempo todo. Não se encaixaria na sociedade”, diz o ator Christian Hilário. O espetáculo é baseado nos acontecimentos citados por Luis Fernando Veríssimo, no livro “As mentiras que os homens contam”. A peça “Por que os homens mentem?” tem duração de 90 minutos e está no teatro Ruth Escobar toda sexta, às 21h30, sábado às 21h e domingo às 19h30. Outras informações sobre o trabalho da Nósmesmos Produções Artísticas em www.nosmesmos.com.br.
O espetáculo é baseado nos acontecimentos citados por Luis Fernando Veríssimo, no livro “As mentiras que os homens contam”. A peça “Por que os homens mentem?” tem duração de 90 minutos e está no teatro Ruth Escobar toda sexta, às 21h30, sábado às 21h e domingo às 19h30. Outras informações sobre o trabalho da Nósmesmos Produções Artísticas em www.nosmesmos.com.br.
SERVIÇO:
POR QUE OS HOMENS MENTEM?
LOCAL: Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat
ENDEREÇO: Rua dos Ingleses, nº 209 – Bela Vista, São Paulo-SP
DATA: De 07 de janeiro a 27 de março, toda sexta, sábado e domingo
HORÁRIOS: Sexta 21h30 | Sábado 21h | Domingo 19h30
INGRESSO: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
COMPRA ANTECIPADA: www.ingresso.com.br ou (11) 4003-2330
CENSURA: 12 anos
DURAÇÃO: 90 minutos
INFORMAÇÕES: (11) 3289-2358
Sobre a Nósmesmos
A Nósmesmos é uma companhia teatral de Itu que se especializou na linguagem de humor. Criada em 2003, por iniciativa dos atores Christian Hilário e Juliano Mazurchi, possui um excelente repertório de comédia composto pelo Espetáculo quase Artístico (2004); Por que os Homens Mentem? (2005); Todo Mundo Louco (2006); O Recruta (2007); Os Babaccos (2008) e Clube do Improviso (2009).
O trabalho da Nósmesmos tem sido difundir a cultura do teatro para um maior número de pessoas, oferecendo uma nova opção de lazer principalmente para o interior de São Paulo. Com um público cativo que já contabiliza mais de 100 mil pessoas e a necessidade de – inúmeras vezes – realizar duas sessões para atender a demanda de espectadores, alguém duvida do sucesso desse grupo? Para saber mais, acesse www.nosmesmos.com.br.
Sobre o autor
Luís Fernando Veríssimo nasceu em Porto Alegre e é um dos autores mais populares e prestigiados do país. Escreveu mais de 60 livros que já foram traduzidos em 11 países. Entre suas obras estão best-sellers inesquecíveis como “Comédia da vida privada” e “Clube dos anjos”. Este espetáculo é baseado no livro “As mentiras que os homens contam”.




