O Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (Congeapa) elegeu no dia 6 o novo presidente do conselho, Jansle Vieira Rocha . A medida foi necessária após a saída de José Afonso Bittencourt, ex secretario de desenvolvimento urbano da Prefeitura.
O presidente do conselho tem como função definir como irá se desenvolver as regiões de APA, que representam um terço do território de Campinas.
O Conselho Gestor da APA tem como função garantir a participação autônoma e organizada da comunidade nas definições de políticas para o desenvolvimento sustentado na APA e também acompanhar a sua aplicação. O Conselho possui caráter deliberativo.
A elaboração do plano de manejo está com dez anos de atraso. O Sistema Nacional de Unidade de Conservação (Snuc) determina que esses planos de manejo sejam feitos em até cinco anos após a criação da unidade de conservação. O estudo vai levar a APA a cumprir com os objetivos estabelecidos na sua criação, além de definir objetivos específicos de manejo, orientando a gestão da unidade.
A APA engloba os distritos de Sousas e Joaquim Egídio e os bairros Gargantilha, Monte Belo e Carlos Gomes. Estão nessa região diversos remanescentes de vegetação nativa, abrigo de inúmeras espécies da flora e fauna, assim como nascentes, cachoeiras, várzeas, sedes de antigas fazendas de café e cana de significativo valor arquitetônico, que compõem um quadro de beleza notável. Nesta região, está localizado parte do manancial hídrico do Rio Atibaia, onde se faz a captação de água para o abastecimento de 80% da demanda de Campinas, além do Rio Jaguari, fonte da captação para os municípios de Pedreira e Jaguariúna. A pressão exercida pela intensa urbanização de toda a porção leste de Campinas vem colocando em risco tanto as condições naturais quanto as urbanísticas.
O Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (Congeapa) elegeu no dia 6 o novo presidente do conselho, Jansle Vieira Rocha . A medida foi necessária após a saída de José Afonso Bittencourt, ex secretario de desenvolvimento urbano da Prefeitura.
O presidente do conselho tem como função definir como irá se desenvolver as regiões de APA, que representam um terço do território de Campinas.
O Conselho Gestor da APA tem como função garantir a participação autônoma e organizada da comunidade nas definições de políticas para o desenvolvimento sustentado na APA e também acompanhar a sua aplicação. O Conselho possui caráter deliberativo.
A elaboração do plano de manejo está com dez anos de atraso. O Sistema Nacional de Unidade de Conservação (Snuc) determina que esses planos de manejo sejam feitos em até cinco anos após a criação da unidade de conservação. O estudo vai levar a APA a cumprir com os objetivos estabelecidos na sua criação, além de definir objetivos específicos de manejo, orientando a gestão da unidade.
A APA engloba os distritos de Sousas e Joaquim Egídio e os bairros Gargantilha, Monte Belo e Carlos Gomes. Estão nessa região diversos remanescentes de vegetação nativa, abrigo de inúmeras espécies da flora e fauna, assim como nascentes, cachoeiras, várzeas, sedes de antigas fazendas de café e cana de significativo valor arquitetônico, que compõem um quadro de beleza notável. Nesta região, está localizado parte do manancial hídrico do Rio Atibaia, onde se faz a captação de água para o abastecimento de 80% da demanda de Campinas, além do Rio Jaguari, fonte da captação para os municípios de Pedreira e Jaguariúna. A pressão exercida pela intensa urbanização de toda a porção leste de Campinas vem colocando em risco tanto as condições naturais quanto as urbanísticas.




