Linha fina: Levantamento aponta vantagem do presidente no primeiro turno e em todos os cenários de segundo turno testados; pesquisa ouviu 2.009 eleitores entre 26 e 28 de junho.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a nova pesquisa BTG/Nexus sobre a disputa presidencial de 2026, divulgada nesta segunda-feira (29). No principal cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 34%, uma diferença de oito pontos percentuais. O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 28 de junho com 2.009 entrevistados, possui margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08521/2026.
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Cenários e segmentos do eleitorado
Além da liderança no primeiro turno, a pesquisa indica que Lula venceria todos os cenários de segundo turno avaliados pelo instituto. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 47% das intenções de voto, ante 44% do senador. Nos demais cenários testados, Lula registra 48% contra 38% do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); 47% contra 39% do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil); e 48% contra 36% de Renan Santos.

No voto espontâneo, modalidade em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula alcança 38% das citações, enquanto Flávio Bolsonaro soma 27%. De acordo com a série histórica divulgada pelo instituto, o presidente apresentou crescimento nesse indicador ao longo dos últimos meses.
O levantamento também mostra vantagem de Lula entre beneficiários do programa Bolsa Família. Nesse segmento, o presidente obtém 68% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro registra 13%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente lidera entre mulheres (55% a 36%), eleitores com 60 anos ou mais (62% a 33%), pessoas com ensino fundamental (60% a 33%), católicos (53% a 38%) e entrevistados que se declararam sem religião (58% a 33%).
Os números apresentados pela pesquisa retratam o cenário eleitoral no momento da coleta de dados e não representam previsão do resultado da eleição. As intenções de voto podem sofrer alterações ao longo da campanha, conforme novos fatos políticos, alianças partidárias e o desempenho dos candidatos.




