Três segundos prenderam as atenções de curiosos no local
A implosão da antiga Rodoviária de Campinas, no dia 28 de março, deixou 12 mil toneladas de entulhos, que deverão ser retiradas em 45 dias. Serão necessárias 600 viagens de caminhões para a total limpeza do local.
A parte metálica do prédio será a primeira a ser retirada. Em seguida, os materiais que poderão ser reaproveitados e levados para a Unidade Recicladora de Materiais (URM), localizada nas proximidades do Aterro Delta A. Lá as 12 mil toneladas serão processadas e reutilizadas em obras públicas, como nivelação de ruas.
A implosão do prédio causou transtornos nas proximidades, foi necessária a evacuação de 200 metros em torno da rodoviária e, cerca de, 1,3 mil moradores tiveram de deixar suas casas.
Foram gastos R$ 480 mil para a demolição, as despesas serão divididas entre a Prefeitura e a Maternidade de Campinas. Os oito metros quadrados foram destruídos em três segundos por 200 quilos de explosivos.
As opiniões divergem sobre a demolição. Alguns discordam do “espetáculo cinematográfico” feito pelos políticos durante a implosão e acreditam que a medida foi eleitoreira. Para os outros, o prédio deveria ser restaurado e utilizado para fins sociais.
A rodoviária funcionou de junho de 1973 a junho de 2008, quando foi desativada. No local, os proprietários do terreno vão construir um shopping center.




