QUAL A MELHOR MANEIRA DE COMBATER A INFLAÇÃO?

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A estabilidade é um fator histórico que permite as nações crescimento sustentável. Mas sua permanência depende de condicionamentos muitas vezes instáveis dificultando uma conquista definitiva.

A conservação da inflação a patamares aceitáveis é um processo de reajustamentos contínuos, pois a irrupção inflacionária pressiona a camada protetora com fatores exógenos, definitivamente.

Existem dois modos de combate a inflação, nenhum deles indolor. Pela demanda ou pela oferta. Políticas ortodoxas recomenda a contenção da demanda, mas aparece com força hercúlea o combate pela oferta. Esta começa com a diminuição dos custos de produção. Uma reforma tributária profunda, ampla, ousada e globalizante.

Achamos mais racional a conservação de alguns impostos, mas com diminuição de alíquotas.

Este anarquismo funcional dos preceitos jurídicos que insere no sistema tributário dificulta em muito a sua dinâmica totalizante.

O setor produtivo não pode está engessado para produzir. As amarras que impede uma produção faraônica exigem primeiro um homem faraônico e em seguida lucro gerado pela diminuição substancial de tributos. A oferta de produto significativa só vem com ousadia na reforma tributária.

O homem moderno é naturalmente bem mais empreendedor. Com estimulo e uma gestão inteligente poderá transforma com mais facilidade num ser vencedor, protagonista de seu próprio destino e até mesmo em gerador de empregos.

A política de subsídios estatal só tem validade se for residual, setorial ou pontual. Quando o aumento de oferta pela importação é recomendável satisfatoriamente, sem excesso.

A oferta saindo na frente da demanda puxa o consumo para cima criando um ciclo virtuoso. A dinâmica da economia depende de dois sustentáculos. Primeiro é o lucro e segundo um homem singular mais qualificado e ambicioso. É perceptível no panorama econômico brasileiro um sinal de que nossa gente está ansiosa para produzir.

Ao contrário o combate pela demanda freia o consumo e retrair ainda mais a oferta de produtos.

Colocar a inflação no eixo são necessárias estratégias saudáveis e reparatórias. Pois seu controle está no mundo dos fatos e não no mundo das idéias ou abstrações. Exigem uma certa tipicidade entre os remédios recomendáveis e a naturalidade do mercado. Ossificar e corporificar são possíveis transitoriamente porque os comportamentos econômicos humanos não são dogmáticos e lineares. São conjuntos de ações onde o inesperado é também esperado. Anestesiar o mundo inflacionário é o único mecanismo que ciência econômica limitada nos oferece. O êxito está no tempo deste anestésico e não na sua inatingível vitaliciedade.

Acredito mais na psicologia individual econômica do que na pavimentação macroeconômica. Não adianta termos caminhos, temos que termos passos caminhando nestes trajetos. O que saem do interior econômico humano é mais importante do que saem na ata do COPOM. E parece que o homem brasileiro está preste a ter a sua carta de alforria econômica devido o ponto circunstancial que chegou a nação. Cabe ao governo fazer as clareiras, mas ao homem tupininqui ser progenitor vitorioso de seu destino individual.

Crescimento sustentável com infração ínfima é a porta aberta para êxito singular, mas não suficiente. O negocio não é só ter horizonte, mas percorrer com firmeza de propósito toda sua trajetória, impulsionado de entusiasmo com entrada solar, quebrando a monotonia cotidiana que paralisa nossos sonhos de continuar sua trajetória ascedente.

JUAREZ ALVARENGA

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