Moradores nas proximidades da Usina Jaguari, em Joaquim Egídio, ou quem por necessidade tiver de passar por lá, terão de enfrentar transtornos e 12 quilômetros a mais no trajeto por mais dois meses. Esse é o tempo estimado pela subprefeitura do distrito para a conclusão dos trabalhos de substituição da Ponte da Usina Jaguari, interditada desde julho. As obras encontram-se agora na fase de recebimento das vigas que serão utilizadas na nova passagem. E a viga metálica que sustentará o equipamento e que será fornecida pela Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) ainda é aguardada.
A substituição da ponte, segundo o subprefeito de Joaquim, Marcelo Duarte da Conceição, foi necessária já que a anterior trazia riscos à segurança de quem sobre ela trafegava. Ele conta que antes de interditá-la para que a troca fosse possível – o que aumentou a distância para quem precisa passar pelo local, uma vez que o trajeto tem agora de ser feito pela ponte do Rio Acima -, várias outras alternativas foram estudadas para a solução do problema.
De início, ressalta, pensou-se na simples restrição ao peso dos veículos que circulam pelo local. “Mas, ao contrário do que deveria, ser, não apenas veículos leves estavam circulando por ela. Por lá passavam veículos pesados também burlando a orientação”, diz. A partir da constatação e de diversos estudos técnicos efetuados no local, a subprefeitura optou pela substituição total da ponte. O novo equipamento que a substituirá, destaca Conceição, será uma ponte fabricada em estrutura metálica e de concreto pré-fabricado.
O subprefeito aponta as vantagens que a nova ponte trará, embora concorde que até sua completa concretização os moradores da área terão transtornos a enfrentar. “Uma das vantagens é a de que, depois de pronta e em operação, a ponte do Jaguari vai contribuir para que o tráfego de caminhões pelo centro do distrito seja reduzido significativamente”, observa.




