A Prefeitura de Campinas quer retomara as operações no Aterro Sanitário Delta A. Para obter a autorização da Cetesb , o estudo da Prefeitura se baseia em três fatores de risco: ambiental, geotécnico e econômico. A administração alegará também que tem uma área provisória para receber o lixo e se comprometerá a construir no local uma estação de transbordo.
O aterro está desativado a um ano e desde então o lixo urbano da cidade tem sido transportado para uma unidade particular, em Paulínia. O objetivo da proposta é reduzir os custos, pois o município gasta por ano R$ 121,5 milhões com o manejo do lixo na cidade.
Deste total 36 milhões são destinados para transporte e depósito dos resíduos no aterro privado em Paulínia.





