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quinta-feira, fevereiro 26, 2026
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A REALIDADE É O QUE PENSAMOS? (Parte2)

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A nossa realidade é um ato de criação contínuo. Podemos dizer que no dia-a-dia dos indivíduos existe a presença de uma quantidade de infinitas possibilidades que podem ou não se tornar manifestas no mundo concreto. Essas possibilidades existem todas ao mesmo tempo, e no momento que ‘nosso olhar’ se volta para uma delas, àquela que recebeu o foco de nossa energia e atenção é que irá se concretizar no mundo físico. Vestibulandos que necessitam fazer uma opção de carreira, casais que estão decidindo qual o momento mais adequado para uma gravidez e profissionais que precisam decidir entre várias opções de emprego, sabem muito bem do que estou falando. A vivência de uma tomada de decisão que muda drasticamente todo o curso de sua estória pessoal, é algo que todos os indivíduos já tiveram a oportunidade de experienciar em algum momento de suas vidas. As potencialidades são muitas, mas para onde eu ‘voltar meus olhos’, aí estará sendo construída minha realidade através da materialização de uma entre dezenas de possibilidades presentes. É nesse sentido que teorias da Física Quântica têm demonstrado que aquilo que chamamos de ‘realidade’, é na verdade, o resultado direto da ação de pensamentos, desejos e intenções, que se manifestam no mundo físico, num dado momento de nossa existência. Por esse motivo, possuímos uma capacidade de influenciar nossa realidade, muito maior do que poderíamos imaginar.

Mas se existe um campo de infinitas possibilidades, o que é que irá determinar a realidade dos indivíduos enquanto tal? Fundamentalmente, a consciência humana. Isso nos faz refletir sobre o quão responsáveis somos por aquilo que construímos em nossas vidas, e que ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, não somos vítimas passivas do destino ou das circunstâncias. Quando investimos suficiente atenção e energia naquilo que desejamos, as chances de nossos planos obterem sucesso aumentam enormemente. Por quê então apesar de desejarmos algo em nossas vidas com muita intensidade, nem sempre conseguimos realizar nosso objetivo? A Psicologia, a Psicanálise e a Neurociência, embora utilizem caminhos explicativos diferentes, chegaram a conclusões semelhantes: a existência de estruturas poderosas de pensamento inconsciente que determinam em grande parte nosso comportamento e nossas decisões. O “x” da questão é que freqüentemente aquilo que é tão ardentemente desejado pela mente consciente, pode encontrar oposição na mente inconsciente, e por esse motivo, nem sempre o que conscientemente desejamos se torna uma ‘realidade’. Pesquisas e estudos da Neurociência afirmam que o cérebro humano, num dado momento, processa 4 bilhões de unidades de informação, dos quais somente 2000 chegam a nossa consciência. Tal fato dá muito que pensar, se considerarmos que uma quantidade absolutamente impressionante de informação é processada pelo cérebro, sem que necessariamente chegue a ter acesso aos níveis mais conscientes de funcionamento do ser. Podemos imaginar que a força desses 4 bilhões de unidades de informação, dos quais uma grande parte não tem acesso à consciência, mas que nem por isso deixa de ‘atuar por detrás dos bastidores’, é o que irá determinar em grande parte, a maneira como iremos funcionar em nossas vidas.

Mas de que forma podemos expandir o acesso a quantidades cada vez maiores de informação, e que venham a ser processadas de uma maneira mais consciente, nos permitindo criar a realidade que tanto desejamos? A meditação, os processos terapêuticos de autoconhecimento, o desenvolvimento de uma espiritualidade e de capacidades artísticas e intuitivas, permitem aos indivíduos a expansão progressiva do acesso às verdades mais profundas e a dimensões mais sutis do ser. Esse processo é o que dará origem a um movimento progressivo de expansão de consciência que venha a permitir aos indivíduos uma existência mais plena, mais criativa e infinitamente mais satisfatória, onde com toda a certeza, mais ‘equipados’ em nossa vida diária, nos tornamos os senhores de nossos próprios destinos.

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