Com a saída, jornalistas pretendem revogar o fim do diploma
No dia 23 de abril, sexta-feira, o atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, deixará o cargo. Acaba assim os seus dois anos de mandato na Presidência do STF, período em que a máxima Corte de justiça do país se assemelhou mais a um fórum de opiniões políticas que a uma Casa Judiciária.
Entre as diversas polêmica do período Gilmar estão a abolição da Lei de Imprensa, o que tornou o Brasil o único país do mundo sem uma legislação de regulação do setor e o fim do nosso diploma de jornalista como exigência para o exercício profissional.
Desde o fatídico dia 17 de junho, data da votação contra o diploma, magistrados e juristas têm se posicionado pela revisão dessa decisão.
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) entrou com embargos contra a decisão do STF. E articula no Congresso Nacional PECs para inscrever na Constituição a exigência do diploma para o exercício da profissão de Jornalista.




