A secretária de Cidadania, Assistência e Inclusão Social de Campinas, Jane Valente, representando o prefeito Jonas Donizette, assinou nesta terça-feira, dia 23 de julho, o termo de adesão ao programa do governo federal “Crack – é possível vencer”. A partir dessa assinatura, a cidade fica apta a receber recursos federais para as áreas de assistência social, saúde e segurança Pública com o objetivo de ampliar a oferta de serviços para enfrentamento ao crack e outras drogas.
Para formalizar a adesão, a administração municipal criou um comitê gestor com a atribuição específica de planejar e implementar ações concernentes ao programa. O intuito é constituir uma instância em que fique assegurada a articulação das ações entre as diferentes pastas que integram o processo como um todo, considerando que os recursos para a ampliação das ações são previstos em cada ministério.
De acordo com a secretária, o Plano de Ação do Município visa reforçar os serviços que já estão em andamento nessa área. “No âmbito da assistência, por exemplo, vamos ampliar os investimentos em serviços de abordagem no Creas – Centros de Referência Especializado da Assistência Social e Centro-POP – equipamento que atende pessoas em situação de rua, com a destinação de recursos do Ministério do Desenvolvimento Social”, comentou.
O mesmo raciocínio se aplica à saúde, que ampliará a oferta de Caps AD, por meio do repasse do Ministério da Saúde para esse e outros serviços, assim como as ações de Segurança Pública que receberá recursos do Ministério da Justiça.
Crack, é possível vencer
Vinculado ao Ministério da Casa Civil. o programa tem as finalidades de prevenir o uso, promover a atenção integral ao usuário de crack e o enfrentamento ao tráfico de drogas. Além de promover o fortalecimento e ampliação das ofertas de serviços das políticas de saúde, assistência e segurança pública, por meio de ações de educação, informação e capacitação.
“Crack – é possível vencer” tem como meta, até o final de 2014, a ampliação da oferta desses serviços, o fortalecimento da rede de atenção à saúde e assistência e a integração das políticas públicas sociais, melhorando a capacidade de acolhimento dos profissionais que compõem a rede de atenção, aos usuários de droga e o apoio às suas famílias.





